Opiniões

É só meu segundo post no blog, mas eu não vou focar em um assunto e um argumento. Vou escrever sobre o que penso, sobre as minhas opiniões de tudo que me vier na cabeça agora. Eu planejei esse texto ao longo da semana, mas eu não anotei nada, então vai ter que ser no improviso mesmo. Peço desculpa desde já se ficar extenso.

-Amigos são importantes; irmãos são muito mais. -Família é um conceito; você mesmo deve criar-lo. -A vida não é curta; não posso dizer que o além dela não exista, mas eu não acredito. -Ter fé em Deus e seguir uma religião é sim uma questão de escolha, e nenhuma(religião) deve impor a crença naqueles que não acreditam. -Preconceito de qualquer cunho: sexual, religioso, racial, social… é inadmissível; você julga porque tem alguma coisa errada com você. -A sua personalidade é única e você é o único que pode amá-la inteira; mesmo porque se isso não fosse verdade, como você viveria consigo mesmo ? -Ter atitudes, mesmo que não agrade a todos, e mante-las não é vergonhoso, é saber o que quer, onde quer chegar e quem quer ser. -Não acredito que nasçamos com um propósito, com um destino; como você vive a sua vida é escolha sua. Pra mim quem acredita nessas coisas tem a vida tão, tão vazia que se agarra em qualquer coisa pra não admitir isso. -Tudo o que fazemos, inclusive o jeito de como a nossa sociedade se organiza, é para ocuparmos nosso tempo, já que sobreviver se reduziu a ir ao mercado. -Criticas são sempre construtivas; depende de você enxergar assim.

Bom, eu tenho muito mais opiniões(provavelmente não sobre tudo), mas essas são as únicas que me vêm a cabeça agora. Talvez eu as use como ponto de partida para futuros posts. Por enquanto deixo-as aqui para todos saberem que tipo de autora estarão lendo, e quem sabe, vocês reflitam sobre algumas delas.

Giovana Dantas Matos.

Não vejo graça

Não vejo graça em casamentos, festas ou a união em si. Não vejo graça em pessoas que levam competições esportivas a sério. Não vejo graça em gente que chama a atenção. Não vejo graça nos filmes do Adam Sandler e do Jim Carrey. Não vejo graça na saudade e na distância. Não vejo graça nos segredos. Não vejo graça em retiros religiosos.

Talvez isso aconteça porque eu fico a maior parte do meu tempo pensando no lado negativo disso tudo, ao invés de tentar enxergar, não o positivo, mas porque alguém acharia graça em certas coisas. Ou talvez porque o caminho que eu levei na vida me faz pensar diferente.

Talvez eu não ache graça (em quase nada) porque não tenho com quem compartilhar. E é aqui que eu perco qualquer possível sorriso.

A vida, se você pensar bem, não é nada sem ter outra pessoa ali do lado. E quando eu digo lado não é moralmente. A distancia, pelo menos pra mim, fez com que eu enxergasse o mundo fora da bolha que eu vivia, e por mais que tenho desejado viver assim, por anos, agora eu não vejo mais graça em quase nada.

Não vejo mais graça em freqüentar aulas. Não vejo mais graça em voltar pra casa. Não vejo mais graça em me arrumar pra sair e beber e dançar a noite inteira. Não vejo mais graça em aturar meus amigos que “amam a Deus acima de todas as coisas”. Não vejo mais graça em pessoas se preocupando comigo.

Eu queria, mas não tenho, a solução de não ver graça em mais nada. A única resposta que minha mente me dá é esperar um novo ano começar com a ilusão de renovação e recomeço.

Giovana Dantas Matos

Autocritica

Textos fictícios de uma vida real. Sempre me critico com a mesma veemência que me idolatro. A autocritica já faz parte da minha vida.
%d bloggers like this: